2 de novembro

Programação especial no Santuário para o Dia de Finados

“E Eu o ressuscitarei no último dia”

No dia 2 de novembro, a Igreja comemora “Todos os Fiéis Defuntos”. Esse é um dia no qual somos chamados a rezar pelos nossos parentes e amigos já falecidos, mas também por toda a Igreja padecente. Nesse dia, o Santuário do Pai das Misericórdias celebrará a Santa Missa, nos seguintes horários:  7h, 9h, 12h, 14h, e 16h. A Santa Missa das 18h contempla a Liturgia Dominical, ou seja, de Todos os Santos.

Como a Igreja nos ensina, por meio do seu Diretório Litúrgico, para se alcançar a Indulgência Plenária, “Aos que visitarem o cemitério e rezarem mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma ‘Indulgência Plenária’, só aplicável aos defuntos: diariamente, do  dia 1º ao dia 8º de novembro, nas condições  costumeiras, insto é: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Enchir. Indulgentiarum, n.13).

O Sistema Canção Nova de Comunicação transmitirá AO VIVO a Santa Missa das 7h e das 16h.

Indulgência

Nesse dia, a Igreja concede a ​indulgência plenária só aplicável aos defuntos. Para isso, é necessário:
– confissão sacramental (nos dias próximos);
– visitar uma Igreja e ali rezar um Pai-Nosso e o Creio;
– comunhão eucarística;
– rezar pelo Santo Padre (um Pai Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).

Rezemos, nesse dia, por todas as almas do purgatório

A Liturgia do dia convida a essa reflexão sobre a vida eterna. Na primeira leitura do Livro de Isaías, o autor sagrado profetiza que: “O Senhor Deus eliminará para sempre a morte, enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra; o Senhor o disse”.

No Salmo, a assembleia canta: “O Senhor é a minha luz e salvação” (Sl 26).
“Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida; saborear a suavidade do Senhor e contemplá-Lo no seu templo.”

Na segunda leitura – da Primeira Carta de São João – a filiação divina nos é proclamada como um ‘grande presente’, que nos eleva à dignidade de filhos em comunhão com o Pai das Misericórdias: “Caríssimos, vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos!” (1Jo 3,1-).

No Evangelho de São João, o evangelista apresenta a vocação de Jesus Cristo, que veio para salvar a todos e promete a ressurreição final: “Naquele tempo, disse Jesus às multidões: ‘Todos os que o Pai Me confia, virão a Mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois Eu desci do Céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade d’Aquele que Me enviou. E esta é a vontade d’Aquele que Me enviou: que Eu não perca nenhum daqueles que Ele Me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do Meu Pai: que toda a pessoa que vê o Filho e n’Ele crê, tenha a vida eterna. E Eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6,37-40).