Celebremos a igreja viva que somos nós

Nesta quinta-feira, 09 de novembro de 2017, o padre Leandro Couto fez a homilia da Santa Missa às 07h no Santuário do Pai das Misericórdias.

O Padre Leandro Couto nos convida a celebrar a igreja viva que somos nós: “Na leitura de hoje, Ezequiel nos fala de um templo, onde havia uma nascente que jorrava água viva como braços de um rio que desaguava no mar. Trazendo para a nossa realidade: ‘Quem é essa água viva?’ É o próprio Cristo, é a Eucaristia, e nós devemos ser os braços desse rio de onde jorra essa água viva a fim de gerar vida e vida em abundância. Quando colocamos em prática a Palavra de Deus e a sua doutrina, nos tornamos capazes de gerar vida. É a partir da experiência com a Eucaristia que nos transformamos nesse rio de onde jorra essa água. A sociedade hoje vive em uma cultura de morte, mas precisamos estar atentos a esta falsa moral e a essa falsa ideologia. Celebrar a Igreja viva é ter coragem de se deixar transformar neste rio de onde jorra água que gera vida”.

O Evangelho é de São João: Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!” Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”. Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?” Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias o levantarei”. Os judeus disseram: “Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?” Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele (Jo 2,13-22).

Assista a homilia na íntegra:

Confira a liturgia do dia.

Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação, ouvi-nos!