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O drama da traição e da negação
O evangelista São João, nestes dias de preparação para o Tríduo Pascal, nos coloca já na cena da Última Ceia, onde Jesus institui a Eucaristia e o sacerdócio, que celebraremos na Quinta-feira Santa.
Neste contexto sagrado, Jesus revela algo profundamente doloroso: um dos seus discípulos o trairá. O drama da traição e da negação.
Trata-se de Judas Iscariotes, que, embora escolhido por Jesus, não abriu o coração ao seu amor. Não se deixou transformar. Por isso, com o coração fechado, traiu o Senhor.
Ao mesmo tempo, aparece também o drama de Pedro, que, embora ame Jesus, irá negá-lo.
A fidelidade de Cristo em meio à infidelidade humana
Apesar da traição de Judas e da negação de Pedro, Jesus não perde a certeza da sua missão.
Depois que Judas sai, Ele proclama:
“Agora foi glorificado o Filho do Homem.”
A glória de Jesus não está na ausência do sofrimento, mas justamente em atravessar a dor com fidelidade ao Pai.
Mesmo diante da cruz, Cristo permanece fiel.
O perigo da soberba espiritual
Um dos maiores perigos da vida espiritual é pensar: “Meu pecado não tem mais solução.”
Isso é orgulho disfarçado, pois nenhum pecado é maior que a misericórdia de Deus.
Deus sempre oferece tempo para a conversão.
Resumo da homilia do Padre Wagner Ferreira CN
Comunicação do Santuário do Pai das Misericórdias





